Estudo de Livro de Congregação, Semana de 31 de março a 6 de abril de 2025, Capítulo 24, parágrafos 13-21, Respostas.
Estudo do Livro de Congregação, 31 de março a 6 de abril de 2025, Capítulo 24, parágrafos 13-21, Respostas.
Estudo bíblico de congregação (30 minutos) bt cap. 24 parágrafos. 13-21.
13-15. Se tivermos de dar testemunho perante as autoridades, como podemos imitar o exemplo de Paulo?
Tal como Paulo, devemos aproveitar as oportunidades para explicar claramente as nossas crenças, mesmo a autoridades que possam ser hostis. Ele permaneceu calmo e falou com tato, mas também mostrou coragem ao defender a sua fé na ressurreição, que foi a verdadeira causa do conflito. Seguindo o seu exemplo, não devemos nos preocupar muito com o que dizer, pois temos a garantia de que Jeová, por meio do seu espírito santo, nos guiará em cada palavra.
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Paulo não se envolveu em lisonjas nem buscou a aprovação dos governantes, mas apresentou sua defesa com respeito, calma e clareza, destacando a ausência de testemunhas acusatórias e exigindo seu direito de se defender.
Paulo teve a coragem de testemunhar sobre a ressurreição de Jesus, um tema que causou conflito, porque este era o fundamento da sua fé. Ele não teve medo de falar sobre isso, apesar da oposição de seus inimigos.
Como Paulo, devemos testemunhar com ousadia, lembrando que Jesus prometeu que não estaríamos sozinhos, mas que o Espírito Santo nos guiaria naquele momento, dando-nos o que precisamos dizer.
Em Atos 24:18-19, Paulo demonstra que, quando acusado injustamente, sua defesa é baseada na verdade e na integridade. Ele não apela à persuasão ou à manipulação, mas à justiça e ao seu direito de ser ouvido, como devemos fazer quando defendemos a nossa fé perante as autoridades.
Em Marcos 13:9-13, Jesus nos assegura que o Espírito Santo intervirá quando formos solicitados a testemunhar. Tal como Paulo, que confiou plenamente nesta promessa, devemos lembrar-nos que a nossa coragem e as palavras certas não vêm de nós, mas de Deus, que nos dá a força para enfrentar as adversidades.
16, 17. a) O que Félix fez e disse durante o julgamento de Paulo?
Félix, sabendo bastante sobre a congregação cristã chamada Caminho, decidiu não julgar Paulo imediatamente, dizendo que esperaria até a chegada do Comandante Lísias. Também permitiu que Pablo tivesse alguma liberdade sob custódia, tornando mais fácil para as pessoas próximas a ele atenderem às suas necessidades.
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Félix, conhecendo bem o caminho (cristianismo), adiou o julgamento de Paulo e decidiu aguardar a chegada do comandante Lísias para tomar uma decisão. Enquanto isso, ordenou que Pablo fosse preso, mas com certas liberdades, permitindo que seus amigos atendessem suas necessidades.
Em Atos 24:22-23, Félix mostra uma atitude de procrastinação, possivelmente devido à pressão da situação, sabendo que a causa de Paulo não era criminosa. Esta hesitação realça a forma como as autoridades podem lidar com decisões difíceis com cautela ou procrastinação, especialmente quando as convicções não são claras.
16, 17. b) Por que Félix ficou assustado e com que intenção voltou a falar com Paulo?
Ao ouvir a mensagem de Paulo sobre o julgamento futuro, Félix ficou com medo porque isso tocou a sua consciência por causa do seu comportamento imoral. Posteriormente, embora tenha falado novamente com Pablo diversas vezes, sua intenção não era sincera, pois buscava a oportunidade de receber dinheiro em troca de libertá-lo.
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Félix ficou assustado quando Paulo falou sobre justiça, autocontrole e o julgamento vindouro, possivelmente lembrando-o de sua própria culpa. Ele então o demitiu com a intenção de ligar para ele em outra ocasião, mas na realidade esperava obter suborno de Pablo.
Em Atos 24:25, vemos que Félix não está realmente interessado na verdade, mas sim no ganho pessoal, o que reflete uma atitude manipuladora. Esse comportamento é comum em muitos que enfrentam a verdade, mas optam por não agir de acordo com ela, priorizando o ganho pessoal em detrimento da retidão moral.
18. Por que Paulo falou de “justiça, autodomínio e o vindouro julgamento”?
A razão pela qual Paulo destacou especificamente a justiça, o autocontrole e o julgamento futuro ao conversar com Félix e Drusila foi confrontá-los diretamente com seu estilo de vida contrário à vontade de Deus. Desta forma, mostrou-lhes que acreditar em Jesus implicava mudanças profundas, tornando-os conscientes de que Deus julgaria a todos com imparcialidade, independentemente da posição social ou da autoridade humana. Portanto, Felix reagiu com medo.
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Paulo falou de justiça, autocontrole e do julgamento vindouro porque sabia que Félix e sua esposa Drusila, interessados em aprender sobre a crença em Cristo Jesus, precisavam entender o que realmente implica ser cristão. Ao abordar estas questões, Paulo mostrou-lhes o contraste entre os padrões justos de Deus e o seu estilo de vida imoral, destacando que todos seremos julgados pelo que pensamos, dizemos e fazemos, independentemente da nossa posição de poder.
Ao mencionar “justiça” e “domínio próprio”, Paulo apresenta Félix e Drusila as virtudes que deveriam nortear a vida cristã, contrastando-as com seu comportamento imoral e opressivo. Este contraste confrontou-os com a realidade do julgamento vindouro, algo que sem dúvida os deixou inquietos, conforme reflectido na sua reacção temerosa.
O julgamento vindouro que Paulo menciona em Atos 24:25 atua como uma advertência sobre a justiça de Deus, que não depende do poder terreno, mas que todos, independentemente de status, serão julgados. Esta mensagem sublinha a universalidade da justiça divina, que prevalece sobre todas as autoridades humanas.
19, 20. a) O que devemos fazer com pessoas que parecem interessadas na Bíblia, mas na verdade não querem mudar?
É importante darmos a todos a oportunidade de conhecer a verdade, porque nunca sabemos quando ela poderá tocar os seus corações. No entanto, quando fica claro que alguém se apega a práticas que Jeová desaprova e não mostra nenhum interesse sincero em mudar, é melhor reconhecer esse limite e concentrar-se naqueles que realmente procuram fazer a vontade de Deus. Assim imitamos o exemplo de Paulo, que respeitosamente deu testemunho a Félix, mas não insistiu em vão quando não quis abandonar os seus maus caminhos.
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Quando encontramos pessoas que parecem interessadas na Bíblia, mas não querem mudar, devemos explicar-lhes respeitosamente o que precisam fazer para ter a graça de Deus. Porém, se estiver claro que eles não têm intenção de mudar de vida, é melhor parar de insistir e focar naqueles que realmente buscam a verdade.
Em Atos 24:19-20, Paulo nos ensina a sermos pacientes e respeitosos com aqueles que parecem interessados na verdade, mas se não houver uma vontade real de mudar, devemos reconhecer quando é mais sábio afastar-nos e focar naqueles que genuinamente buscam a justiça de Deus.
19, 20. b) Como sabemos que Félix não tinha afeição por Paulo?
Ficou claro que Félix não sentia nenhum carinho por Pablo porque ele agia de forma interessada e injusta. Embora Félix soubesse que Paulo era inocente e que os cristãos não representavam um perigo político, ele decidiu mantê-lo preso simplesmente por conveniência política. Isto mostra que no coração de Félix havia corrupção, medo da opinião pública e uma total falta de empatia pela situação de Pablo.
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Sabemos que Félix não tinha carinho por Paulo, pois, apesar de saber que ele não havia violado nenhuma lei romana e que os seguidores do caminho não promoviam rebeliões, Félix o manteve na prisão para fazer-se parecer bem aos judeus, mostrando que seu interesse não era a justiça, mas a política.
A atitude de Félix, mencionada em Atos 24:27, destaca o perigo de tomar decisões baseadas em interesses pessoais ou políticos, em vez de na justiça. Félix mostrou que, apesar de saber a verdade, seu desejo de parecer bem aos outros o levou a manter Pablo sob custódia injustamente, demonstrando sua falta de integridade.
21. O que aconteceu a Paulo quando Pórcio Festo foi nomeado governador, e o que o ajudou a manter uma fé firme?
Quando Pórcio Festo assumiu o governo, Paulo não foi libertado, mas permaneceu preso e teve de comparecer perante diversas autoridades políticas, tal como Jesus havia anunciado. Sua fé permaneceu forte porque ele sempre teve em mente a promessa de Jesus de fortalecê-lo em tempos difíceis. Confiando nesta promessa, Paulo foi corajoso e permaneceu fiel até o fim.
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Quando Pórcio Festo foi nomeado governador, Paulo permaneceu na prisão e começou a ter audiências com diversas autoridades, inclusive César. Apesar das dificuldades, a sua fé permaneceu firme graças à lembrança das palavras de Jesus, que lhe deram coragem e força em todas as situações.
Em Lucas 21:12, Jesus avisa que seus seguidores seriam levados diante de autoridades poderosas, algo que se cumpriu na vida de Paulo. Esta profecia mostra como Deus prepara seus servos para enfrentar desafios, sabendo que tempos difíceis podem ser oportunidades para testemunhar sua fé àqueles que ocupam posições de poder.
As palavras de Jesus, “tenha coragem!”, serviram de conforto e motivação para Paulo. Através destas palavras, vemos como a fé e a confiança em Deus lhe proporcionaram a força necessária para permanecer firme e corajoso apesar das adversidades, demonstrando a importância de se apoiar nas promessas de Deus em tempos de provação.
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